Entregadores de aplicativos paralisaram as atividades nesta terça-feira (1º) em Goiânia e Anápolis. A mobilização fez parte de um movimento nacional da categoria, que reivindicou melhorias nas condições de trabalho e nos valores pagos pelas plataformas.
Os trabalhadores cobraram taxa mínima de R$ 10 por entrega, além de R$ 2 por quilômetro rodado. A categoria também pediu mudanças nas modalidades e regras utilizadas pelos aplicativos.
Durante a mobilização, foram registrados pontos de confusão entre participantes. Apesar dos episódios, os trabalhadores afirmaram que o movimento teve como objetivo pressionar as plataformas por melhores condições de trabalho e remuneração.
Paralisação aconteceu em Goiânia e Anápolis
Em Anápolis, a mobilização foi organizada com participação de Luiz Henrique “Pirulito” Gomes, presidente da Associação dos Motoboys Entregadores de Anápolis.
A paralisação ocorreu em meio a uma mobilização nacional dos entregadores, que buscou chamar a atenção das plataformas para as reivindicações da categoria.
Entregadores cobraram mudanças nas entregas
Um dos pontos questionados pelos trabalhadores foi a modalidade +Entregas. Segundo a categoria, o modelo poderia reduzir os ganhos dos entregadores em determinadas situações.
Além da taxa mínima de R$ 10 por pedido, os trabalhadores reivindicaram o pagamento de R$ 2 por quilômetro percorrido e mudanças nas regras de distribuição das entregas e definição dos valores.
Amobitec se manifestou sobre a mobilização
A Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec), que representa empresas do setor, afirmou que respeitou o direito dos trabalhadores de realizar manifestações pacíficas.
A entidade também informou que manteve canais de diálogo com entregadores, motociclistas e motoristas para receber reivindicações e discutir melhorias no setor.
A Amobitec defendeu ainda uma regulamentação para o trabalho intermediado por aplicativos, com proteção social aos trabalhadores e segurança jurídica para as empresas.







