Jovem de 17 anos, morador de Bom Jesus de Goiás, foi arrastado por uma forte correnteza enquanto tomava banho com amigos na Praia de Copacabana. Bombeiros seguem mobilizados na operação de buscas.
O desaparecimento do adolescente goiano Khallew Gharetty Tomaz Carvalho, de 17 anos, continua mobilizando equipes do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro. Morador de Bom Jesus de Goiás, o jovem foi levado pela correnteza na Praia de Copacabana, na última terça-feira (14), durante sua primeira visita ao mar.
Segundo familiares, Khallew realizou o sonho de conhecer o litoral após economizar dinheiro para a viagem. Ele estava acompanhado de três amigos quando entrou na água e acabou desaparecendo após ser surpreendido por uma forte onda.
Sonho de conhecer o mar terminou em tragédia
Os quatro amigos chegaram ao Rio de Janeiro na segunda-feira (13) para aproveitar alguns dos principais pontos turísticos da cidade.
Antes de irem à praia, o grupo visitou o Cristo Redentor e o Jardim Botânico. Na tarde de terça-feira, eles seguiram para a Praia de Copacabana, onde o acidente aconteceu nas proximidades do Copacabana Palace.
De acordo com relatos prestados à Polícia Civil do Rio de Janeiro, os jovens estavam em uma área considerada rasa quando foram surpreendidos por uma sequência de ondas mais fortes.
Dois deles conseguiram retornar à faixa de areia, mas Khallew acabou sendo arrastado para uma região mais profunda e desapareceu.
Bombeiros seguem operação de buscas
Desde o desaparecimento, o Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro mantém uma grande operação para localizar o adolescente.
As buscas contam com o apoio de embarcações, motos aquáticas, mergulhadores, botes infláveis, drones e aeronaves, com as equipes concentrando esforços na área onde o jovem foi visto pela última vez.
Segundo a corporação, a operação continua sendo realizada conforme as condições do mar permitem.
Família saiu de Goiás para acompanhar buscas
Após receberem a notícia do desaparecimento, familiares viajaram cerca de 15 horas de carro, de Bom Jesus de Goiás até o Rio de Janeiro, para acompanhar de perto os trabalhos das equipes de resgate.







