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Investigação em Caldas Novas: Polícia Civil Mantém Hipótese de que Corretora Desaparecida Esteja Viva

Caldas Novas: Polícia crê que corretora sumida esteja viva
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Investigação em Caldas Novas: Polícia Civil Mantém Hipótese de que Corretora Desaparecida Esteja Viva

O Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) da Polícia Civil de Goiás segue com as diligências para localizar a corretora de imóveis Daiane Alves Sousa, de 43 anos, desaparecida desde o dia 17 de dezembro em Caldas Novas. Em atualização recente, o delegado André Luiz Barbosa afirmou que a principal linha de investigação ainda considera a possibilidade de a vítima estar viva, uma vez que não houve comprovação técnica de crime ou localização de vestígios de violência até o momento.

Cenário do Desaparecimento e Perícia Tecnológica

Daiane foi vista pela última vez ao entrar no elevador de seu condomínio com destino ao subsolo, onde pretendia verificar uma interrupção na energia elétrica. Câmeras de segurança registraram a corretora gravando um vídeo no celular sobre o problema técnico, mas não há imagens dela saindo do prédio ou retornando ao apartamento. A polícia apreendeu o gravador de imagens (DVR) do condomínio e encaminhou para perícia, visando identificar se houve exclusão proposital de arquivos ou falha no armazenamento automático do sistema.

Histórico de Conflitos e Inquérito

A investigação resgatou um depoimento prestado por Daiane em agosto de 2025, no qual ela detalhava desentendimentos e conflitos com o síndico do edifício. Esse histórico de animosidade é um dos elementos analisados pela polícia. Até agora, cerca de 15 pessoas foram ouvidas na condição de “envolvidas”, termo utilizado para indivíduos que podem fornecer informações relevantes, mas que ainda não possuem indícios suficientes para serem classificados como “investigados” ou suspeitos.

Ausência de Movimentação Financeira e Técnica

Dados técnicos revelam um cenário de estagnação: o sigilo bancário da corretora foi quebrado e não aponta movimentações desde o desaparecimento. O telefone celular permanece sem sinal e não houve registros de atividades em redes sociais. No apartamento de Daiane, foram deixados objetos de uso essencial, como óculos de grau e documentos, o que reforça a tese de que ela planejava uma saída rápida para o subsolo antes do incidente.

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