Paraná Pesquisas Aponta que 44,3% dos Brasileiros Veem Piora na Segurança Pública
Um novo levantamento do instituto Paraná Pesquisas, divulgado neste sábado (31), revela que a segurança pública é um dos pontos de maior desgaste para a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo os dados, 44,3% dos entrevistados afirmam que a situação da segurança no país piorou durante o atual mandato. O índice supera significativamente o percentual daqueles que veem avanços na área, refletindo um desafio central para o Ministério da Justiça e Segurança Pública no início deste ano eleitoral de 2026.
Análise dos Dados e Percepção por Setores
A pesquisa detalha que a percepção de estabilidade predomina sobre a de otimismo: 32,4% da população consideram que a segurança pública permaneceu igual, enquanto apenas 20% acreditam que houve uma melhora efetiva. Os números indicam que, para a maioria dos brasileiros (cerca de 76,7%), as políticas implementadas pelo Governo Federal até o momento não resultaram em uma mudança positiva perceptível no combate à criminalidade e na sensação de proteção.
O levantamento, registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08254/2026, foi realizado entre os dias 25 e 28 de janeiro, ouvindo 2.080 eleitores. Com uma margem de erro de 2,2 pontos percentuais, os dados possuem um nível de confiança de 95%, servindo como um termômetro importante para as estratégias políticas das frentes governistas e de oposição nos próximos meses.
Saúde Pública: Divisão de Opiniões e Estabilidade
Diferente do cenário crítico observado na segurança, a percepção sobre a saúde pública apresenta um quadro de maior equilíbrio e divisão entre os brasileiros. De acordo com o instituto:
34,4% consideram que o sistema de saúde permanece igual.
33,8% avaliam que houve uma piora no setor.
28,6% apontam que a situação melhorou.
A proximidade entre os índices de “piorou” e “permaneceu igual” na saúde sugere que a população ainda aguarda resultados mais concretos das recentes políticas de ampliação de atendimento e investimentos em infraestrutura hospitalar. O equilíbrio nas respostas indica que a saúde, embora ainda alvo de críticas, não sofre do mesmo nível de rejeição aguda observado na pasta da segurança pública no fechamento do primeiro mês de 2026.







