Promessa do Vila Nova, Gustavo Pajé é acusado de agredir mulher em bar no Rio de Janeiro

Atacante Gustavo Pajé, do Vila Nova, é acusado de agredir mulher no RJ
Atacante Gustavo Pajé, do Vila Nova, é acusado de agredir mulher no RJ

Promessa do Vila Nova, Gustavo Pajé é acusado de agredir mulher em bar no Rio de Janeiro

O clima de férias do atacante Gustavo Mathiello, o “Gustavo Pajé”, de 20 anos, foi interrompido por uma grave acusação de violência. O jogador do Vila Nova Futebol Clube é alvo de uma denúncia de agressão física contra a dona de casa Karina Almeida Sales, de 30 anos. O incidente teria ocorrido na madrugada do último domingo (21), em um bar na Ilha do Governador, zona norte do Rio de Janeiro.

Dinâmica do Confronto e Relato da Vítima

De acordo com o Termo Circunstanciado de Ocorrência registrado na 37ª DP (Ilha do Governador), a confusão teria começado após um esbarrão acidental dentro do estabelecimento, seguido de ofensas verbais. Karina afirma que, mesmo após tentativas de seu marido para encerrar a discussão, as agressões escalaram do lado de fora do bar. A vítima relata ter recebido um soco no queixo que a derrubou no chão, seguido de um chute na costela. Imagens com hematomas no rosto foram publicadas por ela nas redes sociais como prova do ocorrido.

Posicionamento do Atleta e do Clube

Em contato com o Vila Nova, Gustavo Pajé negou veementemente as acusações, afirmando que não conhece a mulher e que não participou de qualquer ato de violência. O Vila Nova informou que o atleta está em período de férias e que o departamento jurídico acompanha o caso. Até o momento, o clube não anunciou medidas administrativas internas, como suspensão de contrato, aguardando o avanço das investigações policiais. O bar “Ilha do Sol”, onde o evento começou, afirmou estar colaborando com a polícia e disponibilizando as imagens das câmeras de segurança.

Impacto na Carreira e Contexto Esportivo

Pajé é tratado como uma das “joias” da base colorada. Na temporada de 2025, o jovem atacante teve papel ativo no elenco principal, somando 23 jogos e participações diretas em seis gols. No entanto, o caso surge em um momento delicado, onde clubes de futebol sofrem pressão crescente da sociedade e de patrocinadores para adotar tolerância zero contra atletas envolvidos em casos de violência contra a mulher.

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