A família da professora aposentada da Universidade Federal de Goiás (UFG) Elizabeth Caramaschi, de 79 anos, pede justiça após a idosa ser agredida durante uma caminhada no Setor Bueno, em Goiânia. Ela permanece internada em estado grave, e os familiares temem que o suspeito volte às ruas.
A arquiteta Camila Caramaschi, sobrinha da vítima, publicou um vídeo nas redes sociais relatando a gravidade do caso e cobrando responsabilização. Segundo ela, Elizabeth foi atacada com socos e golpes de uma garrafa de vidro no rosto e no corpo.
“Lembrem-se, poderia ser a sua mãe”, escreveu Camila na publicação.
Professora sofreu ferimentos graves
A agressão provocou traumatismo craniano, fraturas nos ossos da face e perfuração no pulmão. De acordo com relatos da família, os ferimentos também causaram deformações no rosto da professora, que deverá passar por procedimentos de reconstrução facial.
A família está mobilizada em busca de justiça e acompanha o estado de saúde da idosa, que continua internada.
Sobrinha cobra punição e medidas de proteção
No vídeo, Camila afirmou que a família está profundamente abalada com a violência. Ela também relatou que deixou o Brasil há dez anos e mencionou a falta de segurança entre os motivos para a mudança.
Segundo a arquiteta, o suspeito está preso e é investigado por tentativa de feminicídio. Mesmo assim, os familiares temem uma possível soltura.
Camila pediu apoio à mobilização por justiça e defendeu leis mais rigorosas e medidas de proteção às famílias.
Ao final da publicação, ela agradeceu às pessoas que socorreram Elizabeth e aos profissionais de saúde responsáveis pelo atendimento.
“Ela tem um nome: Elizabeth Caramaschi. Justiça por Elizabeth. Que nenhuma outra família precise viver esse horror”, escreveu.
Caso aconteceu durante caminhada no Setor Bueno
Elizabeth foi agredida na manhã de domingo (18), enquanto caminhava pelo Setor Bueno, em Goiânia. A violência provocou lesões graves e levou à internação da professora em estado crítico.
O suspeito foi preso e é investigado por tentativa de feminicídio, conforme as informações divulgadas pela família. O caso reacendeu o debate sobre a violência contra mulheres idosas e a segurança em espaços públicos.
A família continua acompanhando a recuperação da professora e cobra que o caso seja devidamente apurado.







