Últimas

Filho confessa assassinato de servidor da Polícia Civil e indica local onde escondeu corpo em Goiás

Neymar deve seguir fora contra o Haiti e Seleção adota cautela para recuperação na Copa

Queda de avião mata avô e neto na zona rural de Rio Verde

Tempestade histórica quebra recorde de 38 anos e registra maior chuva de junho em Goiânia

Homem morre esfaqueado após acidente entre dois carros em Goiânia

Colisão entre helicópteros provoca explosão e deixa seis mortos no Rio de Janeiro

Eduardo Bolsonaro pede rompimento com o Novo após crítica de Zema a Flávio Bolsonaro

Influenciador Vovô Anésio morre aos 88 anos e comove seguidores nas redes sociais

Jovem morre após ser lançada sem corda durante salto de rope jump em São Paulo

Motorista atropela moradores que pintavam rua para a Copa do Mundo em Belém

Sexualidade e Afeto: Whindersson Nunes Relata Momento em que Questionou ser Gay Após Receber Cuidados de Terapeuta

Whindersson questionou sexualidade após relação com terapeuta
Whindersson questionou sexualidade após relação com terapeuta

Sexualidade e Afeto: Whindersson Nunes Relata Momento em que Questionou ser Gay Após Receber Cuidados de Terapeuta

O humorista Whindersson Nunes surpreendeu os fãs ao compartilhar um relato íntimo e pessoal sobre um período em que chegou a questionar sua própria orientação sexual. Em participação no podcast “Inteligência Ltda.”, o artista contou que a convivência com um acompanhante terapêutico após receber alta psiquiátrica o levou a refletir sobre emoções e carinho que ele, até então, não havia identificado.

A Convivência e o Despertar do Questionamento

Whindersson explicou que, ao retornar para casa, passou a ser acompanhado diariamente por um terapeuta. Segundo o humorista, o cuidado contínuo e o afeto recebido pelo profissional, que ele descreveu como um “cara de 1,90 m, lindo”, despertaram uma reflexão profunda.

“Eu estava na sala em casa e pensando: ‘Talvez seja esse o problema da minha vida. Eu sou gay’. Depois pensei: ‘Ah, se eu for gay, vou ter que fazer também o que gay faz’,” relatou Whindersson.

O humorista associou o questionamento à dificuldade que os homens frequentemente têm de se abrir e de receber afeto e carinho de outros homens. “Foi a primeira vez que um homem cuidou de mim bem, com carinho, afeto. Homem é difícil de se abrir, a gente não se abre muito pra falar as coisas. Ele me tratando bem, acordando todo dia com o remédio na mão, eu olhava assim pra ele. Aí o cara reflete”, declarou.

Após três dias de reflexão intensa, Whindersson optou por comunicar ao terapeuta que buscaria outro tipo de acompanhamento e retornaria à internação, recebendo orientação para procurar outra clínica. O desabafo do artista adiciona uma nova camada de profundidade às suas discussões públicas sobre saúde mental e o impacto das relações pessoais.

Compartilhe este post :