Perseguição e Tiroteio na Faria Lima (SP) Terminam com um Suspeito Morto e Quatro Baleados

Tiroteio na Faria Lima: 1 Morto e 4 Baleados após Perseguição
Tiroteio na Faria Lima: 1 Morto e 4 Baleados após Perseguição

Perseguição e Tiroteio na Faria Lima (SP) Terminam com um Suspeito Morto e Quatro Baleados

Um confronto armado entre a Polícia Civil e um grupo de assaltantes mobilizou unidades do Garra/Dope na tarde desta terça-feira (3), em São Paulo. A ocorrência, que teve início com a invasão de uma residência no Morumbi, encerrou-se na Avenida Brigadeiro Faria Lima após uma perseguição de 23 minutos. O saldo da operação é de um suspeito morto e outros quatro baleados.

Cronologia da Invasão e Perseguição

O grupo, composto por cinco homens, invadiu uma mansão no Morumbi e rendeu uma funcionária, que foi amarrada e mantida em um banheiro durante o roubo de objetos de valor. Segundo o delegado-geral da Polícia Civil, Artur Dian, os criminosos já vinham sendo monitorados pela inteligência policial, que identificou o planejamento da ação dias antes.

Durante a abordagem inicial no imóvel, houve luta corporal e troca de tiros. Três assaltantes foram baleados no local e socorridos pelo SAMU. Os dois integrantes restantes iniciaram uma fuga em um veículo, percorrendo vias da zona oeste até serem interceptados na Avenida Faria Lima, próximo à esquina com a Avenida Cidade Jardim.

Desfecho na Avenida Faria Lima

No segundo confronto, ocorrido no centro financeiro da capital, um dos fugitivos foi atingido e morreu no local. O quinto integrante do grupo foi baleado e detido pelas autoridades.

O secretário de Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves, informou que a via permaneceu interditada no sentido Avenida Juscelino Kubitschek durante o trabalho da perícia e das equipes de investigação.

Procedimentos Investigativos

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) confirmou que as circunstâncias da ocorrência estão sendo formalizadas. Os pertences subtraídos da residência foram recuperados e as armas utilizadas pelos criminosos apreendidas para perícia. A Polícia Civil mantém o monitoramento para identificar possíveis ramificações do grupo, que operava no modelo de “tentativa e erro” em áreas nobres.

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