Últimas

Filho confessa assassinato de servidor da Polícia Civil e indica local onde escondeu corpo em Goiás

Neymar deve seguir fora contra o Haiti e Seleção adota cautela para recuperação na Copa

Queda de avião mata avô e neto na zona rural de Rio Verde

Tempestade histórica quebra recorde de 38 anos e registra maior chuva de junho em Goiânia

Homem morre esfaqueado após acidente entre dois carros em Goiânia

Colisão entre helicópteros provoca explosão e deixa seis mortos no Rio de Janeiro

Eduardo Bolsonaro pede rompimento com o Novo após crítica de Zema a Flávio Bolsonaro

Influenciador Vovô Anésio morre aos 88 anos e comove seguidores nas redes sociais

Jovem morre após ser lançada sem corda durante salto de rope jump em São Paulo

Motorista atropela moradores que pintavam rua para a Copa do Mundo em Belém

Senado aprova cadastro nacional de condenados por violência contra a mulher

Senado aprova cadastro de agressores de mulheres
Senado aprova cadastro de agressores de mulheres

Senado aprova cadastro nacional de condenados por violência contra a mulher

O Senado Federal aprovou o Projeto de Lei nº 1.099/2024, que prevê a criação de um cadastro nacional com informações de pessoas condenadas por crimes de violência contra a mulher. A proposta agora segue para sanção presidencial.


Banco de dados reunirá informações detalhadas

O projeto, de autoria da deputada Silvye Alves, estabelece a criação de um banco de dados unificado com informações como nome completo, documentos pessoais, biometria, endereço e detalhes dos crimes cometidos.

A inclusão no cadastro será restrita a casos com decisão judicial definitiva, ou seja, quando não há mais possibilidade de recurso.


Lista inclui diversos tipos de crimes

Entre os crimes previstos no cadastro estão feminicídio, estupro, estupro de vulnerável, importunação sexual, assédio, perseguição, violência psicológica e patrimonial, além de divulgação não autorizada de conteúdo íntimo e estelionato sentimental.

A proposta amplia o alcance do monitoramento ao contemplar diferentes formas de violência.


Integração nacional e gestão federal

O sistema será integrado entre órgãos de segurança pública federais e estaduais, permitindo atualização constante e compartilhamento das informações.

A gestão do cadastro ficará sob responsabilidade da União, e a medida deve entrar em vigor 60 dias após eventual sanção.


Goiás inspirou a proposta

A iniciativa teve origem em Goiás, estado que enfrenta índices elevados de violência contra a mulher.

Dados do Conselho Nacional de Justiça indicam que mais de 55 mil processos relacionados ao tema foram registrados em 2025, número superior ao total de 2024.

Além disso, o estado contabilizou 60 casos de feminicídio no último ano, mantendo patamar elevado e acendendo alerta para 2026, que já apresenta crescimento nos registros.


Medida busca reforçar combate à violência

A criação do cadastro nacional é vista como uma ferramenta para fortalecer o enfrentamento à violência contra a mulher, facilitando o acesso a informações e contribuindo para ações preventivas e investigativas.

O avanço do projeto ocorre em meio a um cenário de crescente preocupação com a segurança feminina no país.

Compartilhe este post :