Médicos da Prefeitura de Goiânia anunciam paralisação para 13 de janeiro
O Sindicato dos Médicos no Estado de Goiás (SIMEGO) formalizou a decisão da categoria de paralisar as atividades nas unidades de saúde da rede municipal de Goiânia a partir da próxima terça-feira, 13 de janeiro. A medida foi aprovada em Assembleia Geral Extraordinária e afeta diretamente o atendimento em Centros de Saúde, Cais e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da capital.
A motivação do movimento grevista envolve atrasos constantes nos pagamentos de salários e de prestadores de serviço, falta de insumos básicos para o trabalho e a ausência de diálogo com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Segundo o sindicato, a precarização das condições de trabalho atingiu um nível insustentável, colocando em risco tanto os profissionais quanto os pacientes. Durante a paralisação, serão mantidos apenas os serviços de urgência e emergência, conforme determina a legislação.
Reivindicações e Impacto
Os médicos exigem o cumprimento de acordos salariais anteriores e a regularização imediata dos repasses. A paralisação ocorre em um momento crítico, onde as unidades já enfrentam alta demanda devido a viroses sazonais. A Prefeitura de Goiânia ainda não se manifestou oficialmente sobre o calendário de pagamentos, mas a Secretaria de Saúde informou que busca alternativas para mitigar os impactos no atendimento à população.






