Sete goianos estão na lista de Difusão Vermelha da Interpol e podem ser presos em mais de 190 países
Sete naturais de Goiás integram a lista de Difusão Vermelha da Interpol, mecanismo internacional que permite a localização e prisão de foragidos em até 196 países. Os nomes foram incluídos a pedido do Brasil e dos Estados Unidos, com base em investigações que envolvem crimes graves como homicídio, tráfico internacional de drogas, abuso sexual e roubo.
Ao todo, 78 brasileiros possuem notificações públicas no sistema conhecido como “Red Notice”. A divulgação dos dados ocorre apenas quando não há risco de prejuízo às investigações, conforme diretrizes da Polícia Federal.
A seguir, os sete goianos procurados internacionalmente:
Gesse Diomar Mendes Barros (67 anos)
Natural de Araguaína, é procurado por homicídio. O pedido de inclusão partiu do Brasil. Há poucas informações disponíveis além do idioma, português.
Sebastião Caixeta Decastro (70 anos)
Investigado por arrombamento, invasão de domicílio e agressão sexual. O alerta foi emitido a pedido dos Estados Unidos. Possui características físicas identificadas, como possível cicatriz na orelha direita, além de falar português e inglês.
Renivaldo Figueiredo Lima (55 anos)
Natural de Campos Belos (GO), responde por estupro e crimes sexuais contra menores. A inclusão foi solicitada pelo Brasil.
Robson Cipriano Silva (61 anos)
De Uruaçu (GO), é procurado por roubo à mão armada, sequestro e cárcere privado. Fala apenas português.
Marlon Martins dos Santos (45 anos)
Natural de Ipameri (GO), é acusado de abuso sexual de menores. Possui fluência em inglês e teve o nome incluído por solicitação brasileira.
Bruno Cabral de Amaral (44 anos)
De Ceres (GO), responde por homicídio qualificado. Não há informações adicionais divulgadas.
Leandro Santana de Paula (43 anos)
Natural de Goiânia, é investigado por tráfico internacional de drogas e associação criminosa. O caso chama atenção por ele ter sido considerado morto após um conflito com traficantes no Paraguai, em 2019.
A Difusão Vermelha não equivale a uma condenação, mas funciona como um alerta internacional para localização e possível prisão, conforme a legislação de cada país.







