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EUA Capturam Nicolás Maduro em Ofensiva de Larga Escala na Venezuela

EUA capturam Nicolás Maduro após ataque em Caracas
EUA capturam Nicolás Maduro após ataque em Caracas

EUA Capturam Nicolás Maduro em Ofensiva de Larga Escala na Venezuela

A madrugada deste sábado, 3 de janeiro de 2026, marca um dos episódios mais drásticos da política internacional contemporânea. Em uma operação militar de grande envergadura, as forças dos Estados Unidos lançaram um ataque coordenado contra alvos estratégicos em Caracas, resultando na captura do líder venezuelano Nicolás Maduro. O anúncio foi feito pelo presidente Donald Trump, que confirmou a retirada de Maduro e de sua esposa do país por via aérea.

A Ofensiva em Caracas: Explosões e Blackout

Relatos de agências internacionais e moradores da capital venezuelana descrevem um cenário de guerra. Pelo menos sete grandes explosões foram registradas em um intervalo de 30 minutos, concentradas principalmente em instalações militares e nas proximidades da base aérea de La Carlota. Aeronaves voando em baixa altitude foram avistadas, enquanto parte de Caracas sofria um apagão severo.

A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodriguez, manifestou-se afirmando desconhecer o paradeiro de Maduro e exigiu do governo americano uma “prova de vida”. Antes da captura ser confirmada, o governo venezuelano chegou a emitir um decreto de Estado de Comoção Exterior, convocando a população para a “luta armada” contra o que classificou como “agressão imperialista”.

Análise Crítica: O Desfecho de uma Pressão Escalonada

A captura de Maduro não é um evento isolado, mas o ápice de uma estratégia de cerco iniciada em agosto de 2025. O aumento da recompensa para US$ 50 milhões e a classificação do Cartel de los Soles como organização terrorista foram os prelúdios jurídicos e psicológicos para a invasão.

Analistas apontam que, além das questões de direitos humanos e narcotráfico alegadas pela Casa Branca, o controle das maiores reservas de petróleo do mundo está no centro do tabuleiro. Para o governo Trump, a operação é lida como uma “libertação”; para Caracas e aliados regionais, trata-se de uma “guerra colonial” para a troca forçada de regime.

Os olhos do mundo se voltam agora para a coletiva de imprensa agendada para as 13h (horário de Brasília), onde os EUA devem apresentar detalhes sobre o local

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