Quem eram os chefes militares do Irã mortos em ataques de EUA e Israel

Saiba quem são os generais do Irã mortos em ataques de EUA e Israel
Saiba quem são os generais do Irã mortos em ataques de EUA e Israel

Quem eram os chefes militares do Irã mortos em ataques de EUA e Israel

O Irã confirmou neste domingo (1º) que os bombardeios realizados pelos Estados Unidos e Israel no último sábado não apenas mataram o líder supremo, Ali Khamenei, mas também dizimaram o topo da hierarquia militar e de defesa do país. O ataque ocorreu durante uma reunião do Conselho de Defesa em Teerã, atingindo figuras que controlavam desde o Exército regular até a poderosa Guarda Revolucionária.

Os Principais Líderes Militares Mortos:

  • Abdolrahim Mousavi (Chefe do Estado-Maior): Ocupava o cargo máximo da estrutura militar do país. Havia assumido o posto em junho do ano passado, substituindo Mohammad Bagheri (também morto em um ataque israelense). Era o responsável pela coordenação entre o Exército e as demais forças.

  • Aziz Nasirzadeh (Ministro da Defesa): Veterano da Guerra Irã-Iraque e ex-comandante da Força Aérea. Como ministro, era a peça-chave na articulação política da defesa e na gestão do parque industrial militar iraniano.

  • Mohammad Pakpour (Comandante da Guarda Revolucionária – IRGC): Liderava a força de elite do regime, responsável pela proteção do sistema islâmico e operações estratégicas. Ele havia assumido o comando geral após a morte de seu antecessor, Hossein Salami, também em um ataque anterior.

  • Ali Shamkhani (Conselho de Defesa): Uma das figuras mais influentes da política externa e segurança do Irã. Foi ministro da Defesa e secretário do Conselho de Segurança, atuando como um mediador entre diferentes correntes políticas da República Islâmica.

Contexto do Ataque

A operação conjunta deixou 201 mortos e 747 feridos, segundo o Crescente Vermelho. Imagens de satélite confirmaram danos severos ao complexo onde o Aiatolá Khamenei trabalhava. O presidente americano Donald Trump e o premiê israelense Benjamin Netanyahu celebraram a operação como um passo decisivo para a “paz no Oriente Médio”, enquanto o governo iraniano declarou 40 dias de luto e prometeu retaliação.

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