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‘Barbie do Crime’: Mulher Foragida por Estelionato é Presa pela Polícia Civil em Goiânia

'Barbie do Crime' é presa em Goiânia após aplicar golpes de R$ 500 mil
'Barbie do Crime' é presa em Goiânia após aplicar golpes de R$ 500 mil

‘Barbie do Crime’: Mulher Foragida por Estelionato é Presa pela Polícia Civil em Goiânia

A Polícia Civil de Goiás efetuou, nesta segunda-feira (2), a prisão de uma mulher de 28 anos, conhecida pelo apelido de ‘Barbie do Crime’, no Setor Bueno, em Goiânia. Foragida da justiça, ela é apontada como a principal articuladora de uma série de golpes que visavam vítimas de alto poder aquisitivo na capital e em cidades do interior. A prisão ocorreu após um monitoramento de inteligência que localizou o paradeiro da suspeita em um prédio de luxo.

Modus Operandi e Ostentação nas Redes

De acordo com as investigações, a ‘Barbie do Crime’ utilizava sua aparência e um estilo de vida ostentado em redes sociais para ganhar a confiança das vítimas. O golpe consistia, em sua maioria, na venda de pacotes de viagens inexistentes e na intermediação fraudulenta de venda de veículos de luxo. A polícia estima que o prejuízo causado às vítimas ultrapasse a marca de R$ 500 mil apenas nos últimos seis meses.

A alcunha surgiu devido ao padrão estético da investigada e ao fato de ela sempre se apresentar com roupas de grife e acessórios de alto valor durante os encontros de “negócios”. No momento da abordagem policial, foram apreendidos cartões bancários em nome de terceiros, aparelhos celulares e um veículo com registro de apropriação indébita.

Histórico Criminal e Procedimentos Judiciais

A mulher já possuía mandados de prisão em aberto pelos estados de São Paulo e Minas Gerais, todos relacionados a crimes de estelionato e associação criminosa. Em Goiás, ela já era monitorada pela Delegacia Estadual de Investigações Criminais (DEIC) após denúncias de que estaria aplicando novos golpes sob identidades falsas.

Após a prisão, a suspeita foi encaminhada à Central de Flagrantes e, posteriormente, para a Delegacia de Capturas, onde aguardará a audiência de custódia. A Polícia Civil solicita que outras possíveis vítimas compareçam à delegacia para registrar o boletim de ocorrência, o que pode agravar a pena da investigada no decorrer do processo judicial.

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