Amado Batista é incluído na “lista suja” do trabalho escravo por condições precárias em fazendas

Amado Batista entra na lista suja do trabalho escravo
Amado Batista entra na lista suja do trabalho escravo

Amado Batista é incluído na “lista suja” do trabalho escravo por condições precárias em fazendas

O cantor Amado Batista teve seu nome incluído na lista suja do trabalho escravo após fiscalização em duas de suas propriedades em Goianápolis, realizada em 2024 pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e Polícia Civil de Goiás. Segundo a denúncia, trabalhadores dormiam em colchões no chão, não havia camas, armários individuais ou local adequado para refeições.

Denúncia aponta condições degradantes

No Sítio Esperança, 10 trabalhadores cumpriam jornadas exaustivas, enquanto no Sítio Recanto da Mata, quatro empregados de uma empresa terceirizada estariam em situação semelhante, de acordo com o MTE. As jornadas chegavam a 18 horas diárias em algumas atividades. As propriedades incluem criação de bovinos e cultivo de milho, sendo que nesta última os trabalhadores pernoitavam em um galpão sem infraestrutura adequada.

Defesa afirma correção das irregularidades

O advogado de Amado Batista, Mauricio Carvalho, afirmou que não houve resgate de trabalhadores e que todas as irregularidades foram corrigidas após assinatura de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público do Trabalho. Segundo a defesa, todos os funcionários continuam registrados e com salários e benefícios pagos integralmente.

“Todos os colaboradores continuam trabalhando normalmente. As obras de adequação de moradia e áreas de convivência foram concluídas, e todas as verbas trabalhistas estão regularizadas”, destacou Mauricio Carvalho.

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