Pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (27) mostra Daniel Vilela (MDB) na liderança da disputa pelo Governo de Goiás, com 37% das intenções de voto no cenário estimulado para o primeiro turno das eleições de 2026.
Na sequência aparecem Marconi Perillo (PSDB), com 20%, e Wilder Morais (PL), com 12%. Luis Cesar Bueno (PT) registra 4%, enquanto Luciana Amorim (UP) e Danilo Pinheiro Evangelista da Silva (PCO) aparecem com 0%.
O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número GO-06186/2026.
Pesquisa mostra cenário ainda aberto
Apesar da liderança de Daniel Vilela, a pesquisa aponta que uma parcela significativa dos eleitores ainda não definiu completamente sua escolha.
Segundo a Quaest, 42% dos entrevistados afirmam que ainda podem mudar de voto até as eleições, marcadas para 4 de outubro. Outros 58% dizem que a decisão já é definitiva.
A indefinição é ainda maior na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados. Nesse cenário, Daniel aparece com 17%, Marconi com 4% e Wilder com 3%.
74% dos eleitores não souberam ou não quiseram indicar um candidato na pesquisa espontânea.
Marconi lidera índice de rejeição
O levantamento também mediu a rejeição dos candidatos. Marconi Perillo aparece com o maior índice, com 49% dos entrevistados afirmando que conhecem o tucano, mas não votariam nele.
Daniel Vilela registra 23% de rejeição, enquanto Wilder Morais tem 22%. Luis Cesar Bueno aparece com 19%, Luciana Amorim com 10% e Danilo Pinheiro com 9%.
Daniel também apresenta o maior percentual entre os eleitores que afirmam conhecê-lo e votar nele: 52%.
Saúde é principal preocupação dos eleitores
A pesquisa perguntou ainda quais são os principais problemas enfrentados por Goiás. A saúde aparece em primeiro lugar, citada por 37% dos entrevistados.
Violência aparece em segundo, com 15%, seguida pela economia, com 9%. Educação e infraestrutura foram mencionadas por 6% cada.
Apoio de Lula e Flávio Bolsonaro
A Quaest também avaliou a influência de lideranças nacionais na escolha dos eleitores.
O apoio de Flávio Bolsonaro aumenta a chance de voto para 35% dos entrevistados, enquanto 39% dizem que não muda sua decisão e 23% afirmam que diminui a possibilidade de votar no candidato apoiado.
Já o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva aumenta a chance de voto para 17%, não altera a decisão de 43% e diminui a possibilidade para 37%.
A pesquisa ouviu 804 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 23 e 26 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.







