Motociclista é preso após tentar atropelar coletor de lixo em Goiânia; caso é o quarto ataque em dois meses

Motociclista é preso após tentar atropelar coletor de lixo em Goiânia
Motociclista é preso após tentar atropelar coletor de lixo em Goiânia

Homem de 50 anos foi identificado por imagens de câmeras de segurança após ameaçar trabalhadores da coleta, danificar caminhão e tentar atropelar um coletor no Setor Santa Helena.

Um motociclista de 50 anos foi preso pela Guarda Civil Metropolitana (GCM) suspeito de ameaçar trabalhadores da coleta de lixo, danificar um caminhão do Consórcio Limpa Gyn e tentar atropelar um coletor durante uma discussão no Setor Santa Helena, em Goiânia. O caso aconteceu na noite de segunda-feira (27), e a prisão foi realizada no dia seguinte.

Segundo a GCM, o homem foi localizado em uma oficina de caminhões onde trabalha, após ser identificado por imagens das câmeras de segurança instaladas no veículo de coleta.

Câmeras registraram toda a ação

As imagens mostram o momento em que o motociclista para a moto em frente ao caminhão, impedindo a continuidade da coleta. Em seguida, ele empurra a porta do veículo contra o motorista, quebrando o retrovisor e arremessando uma pedra, que atinge o trabalhador no rosto.

Na sequência, ao deixar o local, o suspeito ainda tenta atropelar um dos coletores que participavam da operação. As gravações também registram os funcionários reagindo e agredindo o motociclista durante a confusão.

Suspeito foi preso pela GCM

Após denúncia feita pelo Consórcio Limpa Gyn, equipes da Guarda Civil localizaram o suspeito e realizaram a prisão.

Ele foi encaminhado à Central Geral de Flagrantes e autuado pelos crimes de lesão corporal dolosa e dano qualificado com violência ou grave ameaça. A Polícia Civil investiga o que motivou a agressão.

Quarto caso em apenas dois meses

Em nota, o Consórcio Limpa Gyn informou que este é o quarto episódio de violência contra trabalhadores da coleta de lixo em apenas dois meses, sendo que um dos casos ocorreu na semana passada.

A empresa afirmou que registrou boletim de ocorrência, prestou assistência ao colaborador agredido e reforçou que atos de violência contra profissionais responsáveis pela limpeza urbana são inaceitáveis.

Segundo o consórcio, os funcionários receberam acompanhamento médico, social e jurídico após a ocorrência.

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