Terrorismo em Sydney: Ataque a Evento Judaico Deixa 15 Mortos na Praia de Bondi
Um ataque a tiros devastador vitimou a comunidade judaica na Praia de Bondi, em Sydney, Austrália, deixando ao menos 15 pessoas mortas. O incidente ocorreu durante um evento de celebração do feriado de Hanukkah realizado em uma área gramada movimentada próxima à praia.
O ataque foi classificado pelo primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, como “um ato de antissemitismo maligno, terrorismo que atingiu o coração da nossa nação”. O Premier local, Chris Minns, afirmou que o ataque foi “planejado para atingir a comunidade judaica de Sydney”.
Vítimas e Investigação
Vítimas: Pelo menos 15 pessoas morreram, e cerca de 40 estão hospitalizadas, incluindo quatro crianças.
Atiradores: Um dos atiradores foi morto, e um segundo suspeito está em estado crítico. A polícia informou que os autores seriam pai e filho.
Investigação: O comissário de polícia Mal Lanyon confirmou que a unidade antiterrorismo liderará uma “investigação significativa” sobre o caso.
Entre as vítimas fatais está o rabino Eli Schlanger, de 41 anos, nascido no Reino Unido e pai de cinco filhos, que estava no evento de Hanukkah.
O Herói da Praia e o Ataque Mais Mortal desde 1996
Testemunhas descreveram o “pandemônio e caos” durante o ataque. Vídeos mostram dois atiradores vestidos de preto disparando a partir de uma passarela próxima ao evento.
Um homem, considerado um “verdadeiro herói” pelo premier Chris Minns, foi filmado lutando com um dos agressores, tirando sua arma e forçando-o a recuar. A polícia acredita que a ação do civil salvou muitas vidas.
O ataque em Bondi é considerado o mais mortal na Austrália desde o massacre de Port Arthur, em 1996, que levou o país a introduzir algumas das leis de controle de armas mais rígidas do mundo.







