Eduardo Bolsonaro Recebe “Com Pesar” Retirada de Sanções dos EUA Contra Alexandre de Moraes

Eduardo Bolsonaro lamenta retirada de sanções dos EUA contra Moraes
Eduardo Bolsonaro lamenta retirada de sanções dos EUA contra Moraes

Eduardo Bolsonaro Recebe “Com Pesar” Retirada de Sanções dos EUA Contra Alexandre de Moraes

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) declarou ter recebido “com pesar” a notícia de que o governo dos Estados Unidos retirou as sanções anteriormente impostas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e sua esposa, Viviane. As sanções haviam sido aplicadas sob a Lei Magnitsky, usada pelo governo americano para punir estrangeiros.

A retirada de Moraes e sua esposa da lista de sancionados não teve as razões explicadas no comunicado do governo norte-americano. Moraes foi incluído na lista de punidos em julho deste ano.

Reação de Eduardo Bolsonaro e Impacto da Sanção

Em nota postada no X (antigo Twitter), o deputado, que assina o texto com seu aliado Paulo Figueiredo, afirmou que a sociedade brasileira perdeu uma “janela de oportunidade” para “enfrentar seus próprios problemas estruturais”.

Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo são apontados como os principais articuladores das sanções contra o ministro junto ao governo americano.

Por conta da sanção, os eventuais bens de Moraes, de sua esposa, Viviane, e de uma empresa do casal nos EUA estavam bloqueados. Além disso, cidadãos americanos estavam proibidos de realizar qualquer transação envolvendo bens de Moraes ou sua esposa, seja nos EUA ou em trânsito.

Contexto Diplomático

O governo brasileiro (Itamaraty) já tinha sinais de que a retirada das sanções poderia ocorrer desde o último telefonema entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente americano Donald Trump. O governo brasileiro afirma que o tema sempre foi pauta em reuniões ministeriais e presidenciais, e havia a expectativa de que o tema se resolvesse antes do final do ano.

As sanções haviam sido justificadas citando o processo que corria no STF contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, que ainda não havia sido condenado na época da sanção.

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